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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

PSV/Capítulo 45

PSV

Rosa puxou a caixa e fechou o armário voltando para a sala do seu agora antigo apartamento.
- Aqui está! – exclamou sentando-se ao lado de Claude.
Ele abriu a caixa e folheou algumas  páginas.
- Vamos  ter  que revisar e atualizar  esses  capítulos  todos antes  de  continuar! – exclamou de  volta  para  Rosa.
- Isso vai ser fácil. Além do mais Antônio não estipulou prazos.
- Eu gostaria de terminar em seis meses, chèrie. – afirmou Claude.
- Bem, se  dedicarmos  todo nosso tempo livre, acho que  conseguimos. – respondeu suspirando.
Claude  soltou as  folhas que ainda  segurava  e fechou a caixa, colocando-a de lado.


- Não. – disse  sorrindo – Todo tempo livre não. Temos que ter  tempo para Alex e para nós... – e inclinou-se, beijando-a.
Então Alex entrou  agitada, exclamando:
- Achei mamãe, achei o canguru de massinha!
E abriu os  dedos rápido demais  deixando-o cair no  chão.
- Ah não! – exclamou levando as  mãozinhas à  cabeça ao vê-lo se  dividir em  dois.  – “Quebro”... Você  cola  ele  pra mim, papai? – perguntou pegando os   dois pedaços tentando encaixa-los.
- Colar? Por que não jogamos  esse fora  e fazemos outro?
- Não,  eu quero leva ele  pra  casa, não quero “jogá” ele fora! – Retruca com os olhos marejados e  voz triste.
- Mas podemos  fazer outro maior e mais bonito, hã?
- Não,  eu quero esse! – exclamou apertando as  duas  partes  contra si, arregalando os olhos – Se eu “quebrá” minha perninha você  vai  me  jogar  fora e  “fazê otra”? – Perguntou enquanto  uma lagrima  rolava.
- Mon Dieu, pequena, claro que  não! – respondeu Claude surpreso, abraçando-a. -  Se ele é  tão importante  para  você vamos  consertá-lo não vamos, chèrie? - olhando para Rosa.
- É claro que  sim! – respondeu também surpresa pela analogia de Alex. – Vamos  guarda-lo aqui nessa caixa e quando chegarmos em casa nós o colamos. Pode  ser?
- Humhum... – resmungou Alex segurando os  soluços  como  conseguia, respirando tensamente pelo nariz.
- Eu acho que a tia Nara está  demorando demais  com nosso lanche. – Disse Claude colocando-a no chão – por que não vai ver  por quê?
- Tá... – Disse colocando o canguru dentro da  caixa com os papéis antes  de ir.
- Não me olhe assim, Claude, estou tão surpresa  quanto  você...
- Acha que devemos  conversar  sobre isso com ela, voltar  ao assunto?
- Eu realmente  não sei... Vamos  ver a reação dela depois que  colarmos e então decidimos, ok?
Então Alex voltou chamando-os. O lanche estava na mesa.



PSV



- Você acha que ela está tramando alguma  coisa?
- É a impressão que fica não é? Ela já  tinha me pedido fotos do Claude, e  eu ignorei. Mas  agora, além das  fotos ela queria uma agenda  com horários e lugares onde a garota vai. Ofereceu três mil euros, em espécie.
- Essa  moça já fez  muito mal aos  dois  no passado. De  repente aparece aqui,  se diz arrependida e quer saber a  rotina deles e de Alex... É claro que não se arrependeu de nada. – diz Janete que até então ouvia  tudo em silêncio.
- É como  eu te disse, Janete.  Roberta não é do tipo que  desiste sem fazer nada. Antes disso, ela destrói.
- Então concordam comigo. Devo alertar Claude e Rosa.
- Sim! Venha à galeria amanhã mesmo, pela manhã.
- Eu só não quero que Claude  pense que  faço parte  dos planos dela.
- Ele  vai acreditar em  você, Beto. Se eu bem o conheço, ele não acreditou foi em Roberta. Só manteve certa  cordialidade para  preservar Rosa e Alex.
O garçom se aproxima e entrega a conta do jantar e Janete aproveita  para ir até o toalete.  Frazão tira a carteira do bolso, mas é impedido por Beto.
- Nada disso, cara. Eu convidei, eu pago. – diz assinando a nota e devolvendo-a. – Obrigado, Dino.
- “Obrigado, Dino(?).” Vou tentar esse pagamento na próxima vez que viermos aqui.
Beto ri antes de se explicar.
- Frazão  você  nunca perde a piada! Na verdade eu como aqui  quase todos os dias, então combinei com Cleide e pago quinzenalmente.
- Ok. Nos vemos pela manhã então. Quero estar junto a esse alerta. Quer uma carona até  seu hotel?
- Obrigado, eu vou  esperar o fechamento  do restaurante e acompanhar Cleide até  sua casa.
- Oh, vocês estão...
- Nos conhecendo -  completa Beto.
- D’àccord... – brinca Frazão. -  É incrível  como aqui no Brasil sempre  tem alguém para  conhecermos  melhor. – diz levantando-se e acompanhando os movimentos  de Janete ao retornar.
- Bem então  ficamos  combinados. Amanhã, ok? – diz Janete despedindo-se.
- Amanhã, Janete. Boa noite pra vocês dois.
- Boa noite! – respondem juntos Frazão e Janete.
Já haviam dado alguns passos quando  ouviram Beto.
-  E Frazão, eu acho que é a pessoa  certa. A única certa. – fala Beto  recebendo um sorrindo e aceno positivo de cabeça de Frazão.
- Pode explicar  qual foi a piada que perdi? – pede  Janete curiosa.



PSV


Bernard e Olivier estavam sentados em lugares opostos.   Formavam uma equipe com  o objetivo de ganhar as jogadas e chegar primeiro aos 501 pontos, antes da outra dupla,  Michel e Adrien.
Todos  estavam com as  cinco cartas  e escolheram passar a  vez na primeira rodada, obrigando Olivier,  o primeiro da  segunda  rodada, a escolher o trunfo, aceitando a carta que estava na mesa e duas cartas adicionais, enquanto os demais recebiam três cartas a mais.
Olivier começou a primeira jogada com uma carta qualquer e esperou que os outros jogassem  cartas do mesmo naipe ou um trunfo.
Sorriu satisfeito. A outra  dupla  parecia não ter nenhum trunfo em mão. Arriscou e jogou o seu, um Às  correspondendo a  dez pontos. Venceu a jogada e   ganhou o direito de iniciar a seguinte. Depois de mais sete a rodada chegava ao fim.
Cada dupla calculou  seus pontos com as cartas das jogadas que venceram. Bernard recebeu dez pontos adicionais por ser o vencedor da última jogada e mais vinte por ter em mãos o Rei e a Rainha de copas, o naipe do trunfo. Marcaram um "belote" e graças a isso,  o jogo terminou.
Adrien, depois de uma  última taça de  vinho, desculpou-se e alegando um compromisso deixou o apartamento de Bernard.
Michel fez algumas  perguntas à Olivier, sobre Louise,  alegando preocupação com os  rumos do partido, diante das inúmeras  mudanças que ela  fazia ao estatuto e no regimento interno.
- Essas alterações só favorecem a ela mesma. Isso está  causando insatisfação em vários filiados de peso.
- Eu realmente não  tenho muito o que  dizer, Michel. – argumenta Olivier. – Sou apenas o secretário dela.
- Você  nunca  foi “apenas” o secretário dela, Olivier. – diz  Bernard. – Se a base  do partido rejeitá-la na próxima eleição, você  será o primeiro a cair. Devia se prevenir.
- Desculpe, eu não entendo onde  quer chegar. – diz  Olivier tomando o que restava do vinho em sua  taça de uma  só vez
- É claro que entende. – afirma Bernard. – E vai pensar  com carinho na minha proposta.
- Sua proposta é trair a confiança que ele deposita em mim. É isso?
- Louise  não confia em ninguém meu caro. Louise usa as pessoas e depois as  descarta como fizemos com as  cartas  desnecessárias  nesse jogo. – argumentou Michel.
- Vamos ser realistas. – Pondera Bernard. -  Ela  dormiu com cada um de nós por  motivos  diferentes,  mas  objetivos em comum.
- O poder. – Concluiu Olivier.
- Exato. Está na hora de usufruirmos do poder também. Três dias  é um bom espaço de tempo para você pensar e se aliar a nós.
Esta bem assim?
- E se eu dizer não?
- Então vou encontrar  algo em sua ficha que o faça dizer sim.
Olivier disfarçou  o nervosismo que aquelas  palavras lhe provocaram devolvendo a taça vazia à mesa.
- É uma ameaça? – perguntou Olivier tirando seu  casaco do cabideiro.
- É um... conselho! – adverte Bernard confiante.
- D’àccord. Eu vou pensar com o carinho que me  sugeriu. – afirmou Olivier antes  de vestir o casaco e sair para a  rua.



PSV




A palavra relógio é uma simplificação de “horológio”, instrumento para marcar as horas, cuja origem está na mitologia grega. As Horas são as deusas, filhas de Zeus e da Titã Nide Themis.
Os relógios de pêndulo têm sido usados para medir o tempo desde 1656.  Na maioria dos relógios de parede, ele, o pêndulo, balança uma vez por segundo mantendo o tique-taque e medindo o tempo.
O avô de  Olivier havia sido  um colecionador de relógios antigos  e aquele modelo encostado  na parede decorava o ambiente da  saleta e era a única  peça herdada  por ele.  
Modelo carrilhão pedestal, estilo clássico, a caixa toda em madeira entalha, o relógio possuía um pêndulo maciço, calibrado para soar a cada hora  cheia e a cada trinta minutos.
Era nele que os olhos  de Olivier estavam fixados, enquanto suas  mãos  seguravam o copo de wiscky. Os ponteiros avisavam o adiantado da  hora: mais de três  da manhã. Mas isso parecia não importar a ele.
Tampouco os avisos de recebimento de mensagem do seu  celular. Certamente eram de Louise, como todos os eu vira no trajeto  de  volta  para  casa.
Louise. Há quanto tempo exercia a função de  secretário particular  dela? E o que efetivamente ganhara  com isso, além de um bom salário, alguns  contatos e tapinhas  cordiais nas  costas?
Suas férias eram subordinadas às de Louise. Obedecia a  todas as ordens que ela  dava sem questionar consequências, mesmo que  soubesse  não serem boas para alguém.
O cargo no alto escalão do governo, prometido desde o início, nunca estava “na hora” de acontecer.  Frequentar a mansão era privilégio de amigos  íntimos, o que nem mesmo o sexo os  tornara, segundo ela. Portanto, aparecia por lá apenas em eventos relacionados ao partido como jantares e reuniões  de negócios.
Talvez Bernard esteja  com a razão. E na certa,  tentava se livrar  desse  casamento com Louise, afinal quem gostaria se ficar  preso pelos não tão sagrados laços  do matrimônio a uma pessoa  como ela.
É nisso que ele pensa. Um escândalo de  corrupção envolvendo-a seria  motivo  suficiente  para Bernard  cair fora  desse  compromisso, afasta-la da presidência  do partido e ocupar o lugar. É isso que ele quer.
- Mas é o que eu também vou querer, Bernard... – foram as palavras que escaparam baixinho de seus pensamentos.
Então o celular  tocou. Chamada de Louise. Ignorou-a  também e jogou o celular sobre o assento ao lado. Tomaria um banho e  dormiria tranquilamente em sua  cama. Louise que cuidasse sozinha de sua “solidão”.
- O único encontro que marcarei contigo, vai  ser  com o seu passado, “chèrie”!



PSV



Rosa mexeu-se nervosamente  na cadeira antes de falar.
- Eu sabia! Era muita  bondade  da parte dela desculpar-se por  tudo que  fez. O que faremos, Claude?
- Primeiramente  se acalme, hã? – pediu cobrindo a mão dela  coma  sua. – Beto, quais foram exatamente as palavras que ela  usou?
Beto pensou por um instante e olhou para Rosa, indeciso.
- Pode  dizer, Beto...
- Bem, ela disse “Quero que  você  registre alguns momentos  da bastardinha, que merecem ser gravados.”
- Bastardinha? – repetiu Rosa alterada - Eu  vou mostrar  a ela quem é a bastarda!
- Precisamos antes saber o que ela pretende, Rosa.
- O que ela pretende? É claro que ela pretende nos  separar  e ficar  com você! E talvez  com Alex... Depois de usa-la. Meu  Deus, isso não pode estar acontecendo!
- Não está nem vai acontecer nada, chèrie. Nada  vai acontecer a nossa filha!
- Precisamos  fazer alguma  coisa... – Rosa  parecia não ter  escutado Claude.
- Vamos  contratar um segurança imediatamente e...
- E o que Claude? E esperar que ela sequestre Alex?
- Mon Dieu, Rosa...
- Gente, calma! – exclama Frazão até então  calado. -  Ela ainda não fez nada e estão agindo como se houvesse feito. Temos que nos adiantar a ela. Beto, - diz olhando para ele  -  Você poderia  voltar atrás,  aceitar a proposta e  tirar o máximo de informações possíveis. O que acham todos?
- Eu ficaria imensa e eternamente  grata se aceitasse Beto.
- Bem, eu...
- Posso  compensa-lo acima  do ela ofereceu. – afirma Claude.
- Por Dieu, eu farei isso, mas não quero pagamento algum! – Diz Beto parecendo ofendido.
- Claude não quis ofendê-lo, Beto. – Interfere Frazão.
- Claro que não. – Confirma Claude.  – Só quero poder retribuir de alguma  forma.
- Se é assim, talvez haja uma forma.
- E qual é?
- Eu  estou com um projeto autoral fotográfico sobre os casarões aqui do bairro, uma espécie de resgate histórico-cultural, se puder ser meu curador...
-  Serei com  todo prazer, hã? E a Athena será  sua parceira, não é chèrie?



PSV



Segundo fontes seguras,  há provas de que Louise Geraldy tenha usado a Presidência do Partido para intimidar delatores, advogados e agentes públicos com o objetivo de embaraçar e retardar as investigações contra François Geraldy, seu  falecido marido, anos atrás.  Segundo nossa  fonte, Louise parece ter certeza da impunidade e não fez questão de se desfazer de documentos que a ligam a diversos crimes de improbidade administrativa e corrupção

Roberta sorriu e respondeu à mensagem com um “OK” antes de desligar o celular. Estava desconfiada mas  satisfeita.


Seus planos de acabar  com a pose de Louise pareciam fluir rumo ao sucesso. O rosto dela  estamparia novamente a primeira página de um jornal.  Dessa vez um jornal bem mais  conceituado. Pior para ela, pensou mudando o foco de atenção para a pasta em cima  as mesa.
Abriu-a e tirou as  folhas, lendo-as novamente. Que  vidinha mais sem graça Claude mantinha  no Brasil! De casa para a  galeria e da  galeria para  casa;  eventualmente uma passada  pelo Parque  do Ibirapuera ou Shopping sempre acompanhado da esposa suburbana e da  filha  bastarda, que parecia  sair  de casa  apenas para ir à escola...
- É tenho que admitir, você é bonitinha... Não vai  sentir diferença ao ir para o internato, querida! – exclamou olhando para  a foto de  Alex. 


Mas  o som da campainha a fez olhar  para o relógio.  Andou até a porta,  abrindo-a. Finalmente Milton chegava!
- Sabe que não  gosto  de  atrasos... Beto?!
- Boa noite, Roberta. Eu preciso falar  contigo urgente. – disse ele entrando.
- Oh, é mesmo? Não quer entrar... Ah, você já entrou! – exclama ela irônica.
- Não tenho tempo para ironias, Roberta. Estou voltando atrás e  aceitando  sua oferta. Preciso de grana.
- Que pena, voltou tarde demais. – falou sacudindo as  folhas que ainda  segurava.
- O que tem nessas  folhas?
- As informações que  você não quis  descobrir.
- Posso ver?
- É claro... que não.
- Eu ainda  posso ajuda-la. Não deve ter  todas as informações  que precisa. Eu fiquei muito amigo da secretária da galeria, sabia? E ela  conhece a rotina  de  toda a  família, além dos  gostos da  garota...
- Voltando a fazer “trabalhos sujos”, meu bem?
- Pois é. A necessidade nos obriga a muitas  coisas. Mas quer saber? Está no contrato, mas Claude se nega a pagar a mim a parte que  lhe cabe com a exposição dos italianos. Ele quer pagar apensa quando a tournnè se encerrar em todas as capitais brasileiras. Meu contrato era apenas  para São Paulo. Eu preciso da grana para  voltar à Europa portanto...
- Humm... Talvez você  possa ser   útil ainda. – afirma Roberta guardando as  folhas de vota  na  pasta, fechando-a.
Beto não perdia um só movimento de Roberta e antes que ela  guardasse a pasta observou um logotipo. Onde  foi que já  vira aquela imagem?
- Porém, não  pelo valor de antes. No máximo  um terço dele. – Fala Roberta voltando-se novamente para Beto.
- Eu aceito. O que  que eu faça?
- Calminha querido. Meu sócio, que também não é fã de Claude precisa ser consultado. Se ele aprovar  sua “ajuda”, eu  o procuro. Ainda hoje. – conclui Roberta  caminhando para a porta e abrindo-a.
- Quem é o seu sócio? – pergunta Beto antes de sair.
- Uma coisa de cada vez Beto. Boa noite!



PSV



Claude e Rosa passaram as últimas  horas  da tarde colocando  John,  Liz e Sérgio a par  das suspeitas sobre Roberta e em seguida se dirigiram a uma empresa de segurança indicada  por  Freitas.
Rodrigo, um dos sócios da empresa, tomou o caso para  si por  ter  vivido uma  situação semelhante. Começaria  no dia  seguinte, acompanhando os movimentos  da  família com Alex. Estaria atento a aproximação de Roberta,  ou outra pessoa que não as indicadas.
De lá seguiram para  a escola de Alex.  Reforçaram o pedido de que nenhum estranho a tirasse da escola, sob nenhuma alegação.
No caminho de  volta  para  casa, Rosa olhava constantemente para o retrovisor.
- Mamãe  por que você olha  no espelhinho toda  hora? – reclama Alex. – Você já  “tá”  linda, não “tá” papai?
- D’àccord. E vai ganhar um torcicolo se não parar com isso, hã? – Diz Claude lançando um olhar de alerta para Rosa. – Não tem ninguém nos seguindo, chèrie. – Fala mais baixo. – A não ser Rodrigo, três carros atrás de nós ouí?

- Desculpa, eu estou nervosa e preocupada. – Explica-se Rosa no mesmo  tom baixo – É  claro que ela não  vai tentar algo estando nós  dois  com Alex, não é?



PSV

                                  Continua

9 comentários:

Sonia Finardi disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Unknown disse...

Alex é lindinha mesmo...
perfeita a escolha da foto

Unknown disse...

Alex é lindinha mesmo...
perfeita a escolha da foto

Unknown disse...

oi

Unknown disse...

oi

Unknown disse...

oi

Fernanda disse...

\o/

Jake disse...

Terminei, finalmente coloquei em dia!!!
Coisa mais linda essa menina,me apaixonei!!! Amando tudo!!

Unknown disse...

Linda demais a menininha!!!! Perfeita para imaginar ela como filha de Claude e Rosa ! Amei !

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